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Fight Corner

Desportos de Combate | MMA | Artes Marciais

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12
Mai20

UFC 249: O novo leão

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O regresso do UFC na era do COVID 19 cumpriu o que prometeu: muito espetáculo e um main event de luxo. 

O UFC 249 teve de tudo:

1. Grande combate nos prelims entre Vicente Luque e Niko Price.

2, Werdum sem ritmo competitivo e Donald Cerrone com mais uma derrota.

3. O luso-caboverdiano Yorgan de Castro no main card, a mostrar bons pormenores apesar de prematuramente lesionado.

4. Calvin Kattar e Ngannou dominantes.

5. Henry Cejudo, um dos melhores wrestlers de sempre a pisar o octógono, a anunciar a retirada do MMA.

6. E, a cereja no topo do bolo, o enorme combate de Justin Gaethje a destruir sistematicamente e pacientemente Tony Ferguson em todos os rounds. Gaethje surgiu mais maduro, mais calculista e com o mesmo poder demolidor. A performance desta versão afinada de Justin Gaethje reacendeu inclusive a guerra de tweets entre Khabib e McGregor. Ambos disputam um combate com o novo leão na selva da divisão de peso leve.

 

 

19
Jan20

Conor is back!

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Um dos cenários mais expectáveis aconteceu. Como habitual, Donald Cerrone começou devagar e Conor McGregor começou depressa, muito depressa. O resultado foi um KO em 40 segundos, graças à rapidez e precisão do irlandês, desta vez a usar o ombro!

O ano 2020 parece trazer um McGregor renovado, mas desafios bem mais complexos avizinham-se: Khabib Nurmagomedov, Kamaru Usman, Jorge Masvidal?

13
Jan20

Conor McGregor 2020

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Já começou a contagem decrescente para o regresso de Conor McGregor. 

Após um hiato de mais de um ano, aquele que é considerado o lutador mais mediático do MMA (e, possivelmente, do mundo dos desportos de combate), irá regressar ao octógono no dia 18 de janeiro para defrontar Donald Cerrone.

O que se pode esperar de Conor McGregor para este combate e para o ano de 2020? Muitos aspetos irão manter-se, mas outros mudarão.

O seu perfil provocante, destemido e bastante sonoro irá certamente continuar a marcar o MMA. Ao contrário do que muitos críticos argumentam, McGregor não tende a recusar ou evitar combates. A razão pela qual não irá começar o ano a combater com Justin Gaethje ou Khabib Nurmagomedov não é certamente o receio de perder esses combates (algo que seria provável de acontecer, especialmente no hipotético rematch com Khabib), mas sim um plano desportivo e financeiro ainda por descortinar.

McGregor, como qualquer atleta de topo de outras modalidades, tem uma fé inabalável nas suas qualidades e uma obsessão pela vitória, mesmo quando as probabilidades de vitória são reduzidas. Assim foi em 2017 quando foi nocauteado por Floyd Mayweather, num combate de boxe, e em 2018 quando foi finalizado por Khabib Nurmagomedov. Independentemente da motivação dada pelo enorme prémio financeiro de ambos os combates, McGregor tentou fazer o impossível: realizar o seu primeiro combate profissional de boxe e derrotar um dos melhores pugilistas da história; e derrotar Khabib, que têm um nível de grappling muito superior ao do irlandês.

Contudo, o McGregor de 2020 é também uma versão com novidades. A principal diferença face ao passado diz respeito às divisões de peso onde McGregor irá gravitar. O irlandês foi avassalador no peso pena (até 65,8 kg), derrotando os grandes nomes da divisão (nomeadamente José Aldo, Chad Mendes e Max Holloway), foi um campeão fugaz no peso leve (até 70,3 kg) ao derrotar Eddie Alvarez para depois ser derrotado por Khabib, e estreou-se na divisão de meio-médio (até 77,1 kg) com uma derrota contra Nate Diaz. 

Não é expectável que McGregor volte ao peso pena. Seria um corte de peso demasiado extremo para alguém que não combate nessa divisão há mais de quatro anos e que não compete há mais de um ano. Assim sendo, vislumbram-se tempos mais difíceis nas divisões de peso acima. 

McGregor é um striker excecional. A sua gestão de distâncias, a sua rapidez, timing e precisão deram-lhe já dois títulos no UFC, porém a sua fisicalidade e o poder de KO não têm o mesmo impacto nas divisões de peso leve e meio-médio. Adicionalmente existem outros dois fatores que ganham mais visibilidade com adversários mais poderosos e pesados: a sua capacidade cardiovascular em aguentar combates intensos de 5 rounds é questionável; e o seu domínio do wrestling e jiu-jitsu não está claramente ao mesmo nível de muitos atletas do top 10 destas divisões de peso. Nos dois combates que realizou com Nate Diaz, na divisão de meio-médio, foram evidenciados todos estes pontos. 

Donald Cerrone é um atleta mais focado na vertente “show business” que na glória de ganhar títulos de campeão do mundo. Neste sentido, o combate com McGregor será uma espécie de prémio de carreira para um lutador que esteve sempre preparado para lutar com quem o UFC quis que lutasse.

Numa primeira análise, Cerrone poderá ser o adversário ideal para McGregor. Não é um meio-médio muito pesado e já prometeu que vai apostar no striking, onde McGregor se sente mais confortável. Contudo, ao contrário de Nate Diaz, Cerrone é um atleta com mais potência (o norte-americano detém o recorde de 20 KOs no UFC), representando um perigo acrescido na troca de golpes.

O McGregor de 2020 tem vários cenários no horizonte. 

Se perder o combate com Cerrone, será a sua terceira derrota consecutiva, tornando-se cada vez mais remota a possibilidade de voltar a disputar um título mundial; e podendo fazer derivar a carreira apenas para combates “espectáculo” com muito potencial para vender pay-per-views (como o combate com Nate Diaz). 

Se derrotar Cerrone, Dana White dará carta-branca a McGregor para escolher o seu adversário: o vencedor do combate entre Khabib Nurmagomedov e Tony Ferguson; um meio-médio do top 5, nomeadamente Jorge Masvidal ou mesmo o campeão Kamaru Usman; ou até um terceiro combate com Nate Diaz. Qualquer um destes combates seria certamente um êxito financeiro para o irlandês, mas a futura conquista de títulos nas divisões de peso leve ou meio-médio parece improvável dada a elevadíssima qualidade dos atuais campeões.

Independentemente do caminho a trilhar, Conor McGregor mostra-se com fome de competição e já prometeu que o seu foco em 2020 estará totalmente no MMA. São boas notícias para o espetáculo e para o desporto. 

(artigo também publicado no Sapo Desporto, em: https://desporto.sapo.pt/opiniao/artigos/opiniao-conor-mcgregor-versao-2020)

29
Nov19

Conor McGregor está de volta, contra "Cowboy" Cerrone!

 

 

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É oficial! Dana White já confirmou que no dia 18 de janeiro, em Las Vegas, Conor McGregor enfrentará Donald "Cowboy" Cerrone. 

Depois da derrota com Khabib Nurmagomedov e de várias polémicas fora do octógono, o irlandês irá enfrentar Cerrone na categoria de meio-médio (até 77 kg). É esperado um grande duelo entre dois dos mais espetaculares strikers da atualidade.

 

 

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  • Anónimo

    Eu acho q o Reyes ganhou por 3-2 Ultimamente o Jon...

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