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Fight Corner

Desportos de Combate | MMA | Artes Marciais

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Desportos de Combate | MMA | Artes Marciais

03
Ago20

O MMA na nova Era

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Muitas linhas já foram escritas sobre como o mundo mudou com a pandemia de COVID-19. É sabido que o vírus impactou todas as atividades humanas e o desporto, enquanto lazer ou indústria, não foi exceção. Quantos de nós foram obrigados a fazer uma pausa nos treinos desportivos, ou a transformá-los numa prática totalmente individual e isolada dos outros? Quantas competições desportivas foram canceladas ou adiadas, como as Olimpíadas de Tóquio?

Ao contrário do que se poderia pensar, devido ao contacto físico total entre os atletas praticantes, o UFC foi uma das raras organizações desportivas a nível mundial que fez regressar rapidamente a alta competição aos ecrãs dos telespectadores. Apesar de alguns percalços iniciais, que envolveram o adiamento de eventos e o cancelamento de combates devido ao teste positivo de COVID-19 de alguns atletas, o MMA regressou diferente mas a todo gás.

Nesta nova Era sem público nos recintos e com muitas máscaras a serem usadas pelo staff dos eventos, Abu Dhabi substituiu temporariamente Las Vegas e tornou-se na nova capital mundial dos desportos de combate, graças à Fight Island do UFC. A fazer lembrar o filme “Enter the Dragon”, protagonizado por Bruce Lee, a nova arena de Dana White recebeu fight cards de luxo, recheados com disputas de título que tiraram a barriga de misérias dos fãs de MMA. 

O UFC provou toda a sua maturidade e experiência na organização de grandes eventos desportivos e conseguiu reunir condições (logísticas, sanitárias, etc.) excecionais em tempos excecionais. A própria gestão da promoção dos eventos ganhou um novo fôlego através da construção de narrativas de confronto em geografias distantes e inóspitas, à semelhante dos clássicos do boxe dos anos 70 do século XX “The Rumble in the Jungle” e “Thrilla in Manila” com Ali, Foreman e Frazier.

Contrastando com o UFC, a segunda mais importante promoção desportiva de MMA, foi duramente afetada pelo contexto. Depois de uma longa paragem de quase meio ano, o Bellator regressou no passado dia 24 de julho, com um fight card bem mais tímido que os seus congéneres. Neste sentido, o porta-estandarte português Pedro Carvalho continua a aguardar ansiosamente a sua grande oportunidade de disputa do título com Patrício “Pitbull” Freire.

Como acontece em qualquer crise pandémica de larga escala, lamentam-se as perdas de vidas. Uma delas foi o falecimento precoce de Abdulmanap Nurmagomedov, que deixou o mundo dos desportos de combate e artes marciais de luto. Abdulmanap Nurmagomedov foi um dos melhores treinadores de MMA do mundo. No seu currículo lê-se Master of Sports em Luta Livre Olímpica pela URSS, especialista em Sambo e em Judo, mas Abdulmanap foi muito mais do que isso. Foi o pai e treinador de um dos melhores de sempre - Khabib Nurmagomedov - e responsável pela formação de uma geração de ouro vinda do Daguestão, encabeçada por nomes como Islam Makhachev, Rustam Khabilov, Shamil Zavurov e muitos outros.

Apesar de todas as transformações, o MMA que floresce nesta nova Era está a tornar-se cada vez mais interessante. Estão confirmados os combates dos já estabelecidos super campeões Khabib, Daniel Cormier e Adesanya. E, de entre os grandes combates que ocorreram recentemente, criaram-se novas estrelas: os recém-titulados campeões Petr Yan e Deiveson Figueiredo; o renascido e mediático Jorge Masvidal; e os rookies Sean O’Malley e Khamzat Chimaev, um jovem checheno que tem marcado a agenda com performances incrivelmente dominantes e uma confiança sem limites. O futuro parece estar assegurado com uma cada vez maior constelação de atletas de topo que povoam os densos rankings das divisões de peso do UFC.  

 

(artigo também publicado no Sapo Desporto, em: https://desporto.sapo.pt/autor/david-pimenta )

17
Jul20

Rookies Promissores

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Desta vez não falamos do main card ou das estrelas mais conhecidas, pedimos que fixem estes dois nomes:

1. Khamzat Chimaev - O checheno de 26 anos radicado na Suécia, companheiro de treinos de Gustafsson e Latifi, tem um fight record de 7-0 e apresentou-se no UFC com uma performance incrivelmente dominadora, a fazer lembrar Khabib Nurmagomedov.

2. Mounir Lazzez - O "sniper" tunisino da Team Nogueira estreou-se no UFC mostrando um striking de alto nível contra um adversário bastante duro.

Ficamos à espera dos próximos combates!

18
Mai20

Kevin Randleman - Hall of Fame

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Finalmente o mundo do MMA prestou a devida homenagem a Kevin Randleman. O falecido lutador, conhecido como "The Monster" era um peso pesado com apenas 1.78 m, mas tinha uma força explosiva verdadeiramente monstruosa.

Randleman foi um pioneiro, vindo da elite do wrestling (foi um NCAA Division I All-American), nasceu para o MMA nos tempos do mais selvagem Vale Tudo. Para a história ficam combate memoráveis com lendas como Mirko Cro Cop ou Fedor Emelianenko e o seu título de campeão do mundo pelo UFC, que agora o transportam para o panteão do UFC Hall of Fame!

15
Mai20

UFC Fight Night: Smith vs. Teixeira

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Que luta de Glover Teixeira! O veterano de 40 anos conquistou por direito próprio um lugar no top 5 da divisão de light heavyweight, após ter destruído Anthony Smith.

Para além do striking e jiu-jitsu de elite apresentado, Glover mostrou também a sua reconhecida classe e fair play para com o seu adversário. 

Destacaram-se também Drew Dober, parceiro de treino de Justin Gaethje, que entra no top 15 da super disputada divisão de lightweight; e Ricky Simon que, recorrendo a muito wrestling, derrotou o complicado Ray Borg.

 

12
Mai20

UFC 249: O novo leão

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O regresso do UFC na era do COVID 19 cumpriu o que prometeu: muito espetáculo e um main event de luxo. 

O UFC 249 teve de tudo:

1. Grande combate nos prelims entre Vicente Luque e Niko Price.

2, Werdum sem ritmo competitivo e Donald Cerrone com mais uma derrota.

3. O luso-caboverdiano Yorgan de Castro no main card, a mostrar bons pormenores apesar de prematuramente lesionado.

4. Calvin Kattar e Ngannou dominantes.

5. Henry Cejudo, um dos melhores wrestlers de sempre a pisar o octógono, a anunciar a retirada do MMA.

6. E, a cereja no topo do bolo, o enorme combate de Justin Gaethje a destruir sistematicamente e pacientemente Tony Ferguson em todos os rounds. Gaethje surgiu mais maduro, mais calculista e com o mesmo poder demolidor. A performance desta versão afinada de Justin Gaethje reacendeu inclusive a guerra de tweets entre Khabib e McGregor. Ambos disputam um combate com o novo leão na selva da divisão de peso leve.

 

 

23
Abr20

Combate de sonho: GSP vs Khabib

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Quem não gostaria de ver este combate?

Muito se tem falado sobre o eventual combate entre George St-Pierre e Khabib Nurmagomedov. GSP disse recentemente que estaria disposto a voltar ao octógono para lutar contra o melhor do mundo, mas considera que o UFC não quer o combate por recear colocar em causa a invencibilidade do atleta do Daguestão.

Depois da pandemia dar tréguas (e de Khabib lutar finalmente contra Tony Ferguson, ou Justin Gaethje), este seria um combate de sonho a realizar. Em quem apostariam?

 

07
Abr20

UFC 249: Ferguson vs. Gaethje

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Habemus UFC 249!

Dana White já confirmou que o UFC 249 irá realizar-se a 18 de abril, apesar da grande ausência de Khabib (e de outros compatriotas seus), dos alertas das autoridades de saúde e até das críticas de figuras do desporto como Joe Rogan.

Apesar do enquadramento atual, foi organizado um card com nomes de peso, encabeçado pelo combate entre Tony Ferguson e Justin Gaethje, na disputa do título interino de peso-leve. Outro especial destaque vai para o combate entre o "nosso" luso - cabo-verdiano Yorgan de Castro que enfrentará Greg Hardy.

O restante card dispensa apresentações: Vicente Luque, Jeremy Stephens, Francis Ngannou, Ronaldo "Jacaré" Souza, entre outros, prometem matar a fome dos fãs de MMA!

 

 

01
Abr20

Arquivo Histórico: Wanderlei Silva

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Enquanto o mundo do MMA continua em suspenso, relembramos Wanderlei Silva.

Apelidado de "Axe Murderer" no mundo, e de "Cachorro Louco" no Brasil, Wanderlei Silva foi dos lutadores mais empolgantes e temidos da história do desporto. Bateu recordes atrás de recordes no mítico Pride e deu show no UFC. Apesar dos seus 43 anos e 51 combates profissionais, esperamos ainda vê-lo competir no Bellator e no Rizin.

O brasileiro, que entrava sempre "com tudo", tem um largo historial de combates espetaculares. Considerando o atual contexto de paragem de competições, o Fight Corner sugere alguns clássicos: os combates com Quinton "Rampage" Jackson, no Pride; e o duelo com Brian Stann, no UFC.

 

 

 

17
Mar20

Treinos Online

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Depois dos inúmeros cancelamentos anunciados no mundo dos desportos de combate devido ao coronavírus, desde o Campeonato Pan-Americano de Jiu-Jitsu, passando pelo Bellator, até aos próximos 3 eventos do UFC, resta-nos tirar partido do tempo livre e aprender com os melhores. Obrigado Bernardo Faria e John Danaher pela excelente iniciativa de disponibilização de conteúdos grátis no BJJ Fanatics!

11
Mar20

Demian Maia vs Gilbert Burns

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Antes de falarmos nos dois grandes main events do UFC e Bellator desta semana, importa destacar o confronto entre Demian Maia e Gilbert Burns. 

Os fãs vão ter oportunidade de assistir a uma luta entre dois dos melhores representantes da arte suave em regras de MMA, no UFC.

Burns, ex campeão do mundo de jiu-jitsu, considera-se favorito por ter um jogo mais completo que inclui wrestling e boxe de alto nível, acreditando ter vantagem na luta em pé. O atleta conhecido por "Durinho" tem mostrado sempre respeito e admiração por Maia, não descartando contudo a hipótese de finalizar no chão o seu compatriota.

Maia dispensa palavras. Com um vasto pedigree em competições de grappling, tem apresentado o jiu-jitsu mais eficaz do mundo do MMA. 

Será que assistiremos ao uso de mais striking do que o esperado, devido ao respeito que ambos têm pelo jiu-jitsu do seu oponente? Quem será o vencedor?

 

 

06
Mar20

UFC 248: Adesanya vs. Romero

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Será aos 42 anos que o incrível Yoel Romero vai finalmente conseguir vencer um título do UFC? A missão parece mais complicada do que as anteriores, considerando Adesanya um dos strikers mais talentosos da atualidade.

Num evento repleto de estrelas, não percam também o card preliminar, onde estarão os invictos Mark Madsen, ex medalha de prata de wrestling nas Olimpiadas de 2016, e Rodolfo Vieira, um às do jiu-jitsu que se sagrou várias vezes campeão do mundo.

13
Fev20

Arquivo Histórico: Matt Hughes

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Os últimos anos não têm sido fáceis para Matt Hughes: desde um acidente que quase lhe tirou a vida, até às mais recentes acusações de violência doméstica. Mas o seu passado enquando lutador de MMA marcará para sempre a história do desporto.

Em 2001 a lenda tomava forma com a conquista do primeiro título do UFC. Seguiram-se inúmeras defesas de título e vitórias memoráveis contra ícones como Frank Trigg, George St-Pierre, BJ Penn, Royce Gracie e Renzo Gracie.

Um dos melhores meio-médios de sempre, Hughes entrou no grupo restrito do Hall of Fame do UFC em 2011.

Considerando que os grandes atletas são intemporais, como seria hoje um combate entre Hughes e o campeão Kamaru Usman?

 

 

06
Fev20

UFC 247 - Jones vs Reyes

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Está a chegar o fim-de-semana e com ele mais um grande evento do UFC. David Pimenta comentará o evento, enquanto convidado, durante a madrugada de sábado para domingo, a partir das 03h00, na SPORT TV 1.

Será que Jon Jones continuará a sua caminhada imperial pela divisão de light heavyweight, ou Dominick Reyes irá surpreender tudo e todos?

O restante fight card é excelente, contando com a participação de atletas de elite como Valentina Shevchenko, Derrick Lewis, ou Ilir Latifi. Não percam!

19
Jan20

Conor is back!

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Um dos cenários mais expectáveis aconteceu. Como habitual, Donald Cerrone começou devagar e Conor McGregor começou depressa, muito depressa. O resultado foi um KO em 40 segundos, graças à rapidez e precisão do irlandês, desta vez a usar o ombro!

O ano 2020 parece trazer um McGregor renovado, mas desafios bem mais complexos avizinham-se: Khabib Nurmagomedov, Kamaru Usman, Jorge Masvidal?

13
Jan20

Conor McGregor 2020

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Já começou a contagem decrescente para o regresso de Conor McGregor. 

Após um hiato de mais de um ano, aquele que é considerado o lutador mais mediático do MMA (e, possivelmente, do mundo dos desportos de combate), irá regressar ao octógono no dia 18 de janeiro para defrontar Donald Cerrone.

O que se pode esperar de Conor McGregor para este combate e para o ano de 2020? Muitos aspetos irão manter-se, mas outros mudarão.

O seu perfil provocante, destemido e bastante sonoro irá certamente continuar a marcar o MMA. Ao contrário do que muitos críticos argumentam, McGregor não tende a recusar ou evitar combates. A razão pela qual não irá começar o ano a combater com Justin Gaethje ou Khabib Nurmagomedov não é certamente o receio de perder esses combates (algo que seria provável de acontecer, especialmente no hipotético rematch com Khabib), mas sim um plano desportivo e financeiro ainda por descortinar.

McGregor, como qualquer atleta de topo de outras modalidades, tem uma fé inabalável nas suas qualidades e uma obsessão pela vitória, mesmo quando as probabilidades de vitória são reduzidas. Assim foi em 2017 quando foi nocauteado por Floyd Mayweather, num combate de boxe, e em 2018 quando foi finalizado por Khabib Nurmagomedov. Independentemente da motivação dada pelo enorme prémio financeiro de ambos os combates, McGregor tentou fazer o impossível: realizar o seu primeiro combate profissional de boxe e derrotar um dos melhores pugilistas da história; e derrotar Khabib, que têm um nível de grappling muito superior ao do irlandês.

Contudo, o McGregor de 2020 é também uma versão com novidades. A principal diferença face ao passado diz respeito às divisões de peso onde McGregor irá gravitar. O irlandês foi avassalador no peso pena (até 65,8 kg), derrotando os grandes nomes da divisão (nomeadamente José Aldo, Chad Mendes e Max Holloway), foi um campeão fugaz no peso leve (até 70,3 kg) ao derrotar Eddie Alvarez para depois ser derrotado por Khabib, e estreou-se na divisão de meio-médio (até 77,1 kg) com uma derrota contra Nate Diaz. 

Não é expectável que McGregor volte ao peso pena. Seria um corte de peso demasiado extremo para alguém que não combate nessa divisão há mais de quatro anos e que não compete há mais de um ano. Assim sendo, vislumbram-se tempos mais difíceis nas divisões de peso acima. 

McGregor é um striker excecional. A sua gestão de distâncias, a sua rapidez, timing e precisão deram-lhe já dois títulos no UFC, porém a sua fisicalidade e o poder de KO não têm o mesmo impacto nas divisões de peso leve e meio-médio. Adicionalmente existem outros dois fatores que ganham mais visibilidade com adversários mais poderosos e pesados: a sua capacidade cardiovascular em aguentar combates intensos de 5 rounds é questionável; e o seu domínio do wrestling e jiu-jitsu não está claramente ao mesmo nível de muitos atletas do top 10 destas divisões de peso. Nos dois combates que realizou com Nate Diaz, na divisão de meio-médio, foram evidenciados todos estes pontos. 

Donald Cerrone é um atleta mais focado na vertente “show business” que na glória de ganhar títulos de campeão do mundo. Neste sentido, o combate com McGregor será uma espécie de prémio de carreira para um lutador que esteve sempre preparado para lutar com quem o UFC quis que lutasse.

Numa primeira análise, Cerrone poderá ser o adversário ideal para McGregor. Não é um meio-médio muito pesado e já prometeu que vai apostar no striking, onde McGregor se sente mais confortável. Contudo, ao contrário de Nate Diaz, Cerrone é um atleta com mais potência (o norte-americano detém o recorde de 20 KOs no UFC), representando um perigo acrescido na troca de golpes.

O McGregor de 2020 tem vários cenários no horizonte. 

Se perder o combate com Cerrone, será a sua terceira derrota consecutiva, tornando-se cada vez mais remota a possibilidade de voltar a disputar um título mundial; e podendo fazer derivar a carreira apenas para combates “espectáculo” com muito potencial para vender pay-per-views (como o combate com Nate Diaz). 

Se derrotar Cerrone, Dana White dará carta-branca a McGregor para escolher o seu adversário: o vencedor do combate entre Khabib Nurmagomedov e Tony Ferguson; um meio-médio do top 5, nomeadamente Jorge Masvidal ou mesmo o campeão Kamaru Usman; ou até um terceiro combate com Nate Diaz. Qualquer um destes combates seria certamente um êxito financeiro para o irlandês, mas a futura conquista de títulos nas divisões de peso leve ou meio-médio parece improvável dada a elevadíssima qualidade dos atuais campeões.

Independentemente do caminho a trilhar, Conor McGregor mostra-se com fome de competição e já prometeu que o seu foco em 2020 estará totalmente no MMA. São boas notícias para o espetáculo e para o desporto. 

(artigo também publicado no Sapo Desporto, em: https://desporto.sapo.pt/opiniao/artigos/opiniao-conor-mcgregor-versao-2020)

24
Dez19

Arquivo Histórico: Brazilian Top Team vs Chute Boxe

 

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Há quase 20 anos, nos primórdios do MMA, começava uma das maiores rivalidades entre as melhores equipas do mundo - a Brazilian Top Team do Rio de Janeiro, e a Chute Boxe de Curitiba. 

Alguns nomes ficaram para a história. Do lado da BTT: Murilo Bustamante, Ricardo Libório,  Mário Sperry,  Vitor Belfort, Luís Roberto Duarte, Rodrigo "Minotauro" Nogueira; e do lado da Chute Boxe: Wanderlei Silva, "Shogun" Rua, Rafael Cordeiro, Anderson Silva, Jorge Patino e muitos outros.

Os grandes duelos deram-se no saudoso Pride e atualmente alguns destes monstros ainda se encontram no ativo!

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  • Anónimo

    Eu acho q o Reyes ganhou por 3-2 Ultimamente o Jon...

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